E como primeiro post para valer deste blog, nada melhor do que falar do símbolo máximo de Toronto e do mais conhecido ícone canadense do mundo, a CN Tower.
A torre foi concluída em 1976 - começou a ser erguida três anos antes - pela Canadian National (CN) com o intuito de demonstrar a força da indústria canadense e para melhorar o sistema de comunicação da cidade, afetado pela profusão de arranha-céus na região central. É a mais alta estrutura autônoma do hemisfério ocidental, com nada menos que 553,33 metros de altura, uma construção praticamente onipresente na cidade. A CN Tower é considerada também uma das Sete Maravilhas do Mundo Moderno pela Sociedade Americana de Engenheiros Civis.
A construção é cheia de atrações: a começar pelo elevador panorâmico, que dá a noção exata do quão distante do solo e mais perto do céu o visitante fica. No principal observatório da torre, que está a "apenas" 342 metros do chão, há um restaurante, o mais alto do mundo. Outro destaque é um chão de vidro que permite ao visitante ver a cidade bem abaixo dos próprios pés. Apesar de totalmente seguro, é difícil controlar a adrenalina e o frio na barriga de pisar ali - especialmente quando um ou outro engraçadinho resolve pular do seu lado...
Ao ir para o lado de fora da torre, devidamente cercado por grades, deixe o penteado de lado: o vento se encarrega de dar um novo visual ao visitante. Aos mais friorentos, levar uma blusa é uma boa dica.
Se os 342 metros de altura não forem suficientes, há ainda um observatório secundário, chamado de Sky Pod, a 447 metros.
Outro dado curioso é a escada da torre, com 1776 degraus, um desafio que poucos se atrevem a encarar. Projetada principalmente para casos de emergências, anualmente ela é utilizada duas vezes para "escaladas de caridade" – abertas a quaisquer pessoas que queiram participar e ajudar a comunidade. A média do tempo que uma pessoa leva para subir todos os degraus é de 30 minutos, sendo que o recorde é de 7 minutos e 52 segundos.
Outras fotos da CN Tower podem ser vistas aqui.
Visitar a cidade e deixar de conhecer essa maravilha da engenharia é como estar no Rio de Janeiro e deixar de apreciar o Cristo Redentor.
Crédito das fotos: Rodrigo Borges Delfim
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